Ideais
A imagem que uma pessoa tem dela
mesma, determina o caminho e a maneira em que conquistará ou não seus ideais.
Se existe um objetivo e este não está se realizando por
mais que se tente, é preciso então mudar pensamentos a respeito de si mesmo. Para tanto é importante
que não se carregue emoções e acontecimentos do passado. Se no passado
você já tentou emagrecer e não conseguiu
provavelmente você hoje tenha pensamentos como: “ eu não consigo; já tentei de
tudo; não vou tentar novamente, pois sei que não vou conseguir e vou sofrer”.
Se você desejar emagrecer e
conquistar uma melhor qualidade de vida, mas tiver apresentando estes
pensamentos, que trazem ao seu
subconsciente a idéia de ser uma pessoa incapaz, será muito difícil emagrecer e
permanecer no peso ideal, mesmo que faça uma dieta alimentar correta.
Será que você já parou de buscar
pelo seu ideal, em detrimento de alguns obstáculos que se impõem à sua vida?
Não importa até onde você foi
hoje, continue. O importante é saber que aqui em sua frente, está seu ideal. Se
todos desistissem de seus ideias, não teríamos desenvolvimentos sociais,
tecnológicos, sociais, etc.
Você pode imaginar como estará daqui a alguns meses, ou a alguns
anos?
O sucesso é reservado a aqueles
que lutam até atingirem o que desejam. Será que muitas vezes, você parou antes
de alcançar seu objetivo final?
Vanessa Guarino T. Cruz
Psicóloga Clinica
Sentimentos e a obesidade
O medo, a insegurança, a raiva entre outros sentimentos são naturais
do ser humano. Quando na infância os pais conseguem oferecer um ambiente
acolhedor que proporcione o expressar, o pensar e nomear os sentimentos que as
crianças estão vivendo, entrando em contato com seu mundo emocional de modo autêntico,
há uma maior chance de que esta criança
cresça e desenvolva suas potencialidades, para utilizar os recursos
desenvolvidos durante toda a vida. Modelos parentais, clima emocional familiar
e heranças genéticas, são aspectos que interferem nas habilidades dos pais de
conter e nomear as emoções dos filhos por meio da aprendizagem.
O bebê já consegue perceber o
modo que os pais reagem às suas situações de desconforto, por isso é importante
que os pais percebam como se sentem em relação a eles mesmos legitimando seus
sentimentos, emponderando seu ego. Cuidar de sí, para cuidar do outro.
No atendimento psicológico para o
tratamento da obesidade, o paciente pode conseguir desenvolver a confiança em si mesmo, legitimando seus
sentimentos e encarando-os de forma realista, criando soluções criativas para
suas dificuldades, aprendendo a suportar a ausência. Isto poderá favorecer
mudanças nos padrões alimentares, contribuindo para a qualidade de vida de uma
forma geral.
A família e a obesidade infantil
Para os adultos, a busca do peso ideal é uma tarefa realizável, porém não muito fácil, por diversos fatores, já para as crianças, esta tarefa pode se tornar ainda um pouco mais complicada.
As crianças precisam driblar a cantina da escola, cheia de produtos industrializados e calóricos; precisam lidar com os comentários dos amigos, com a televisão que mostra a avalanche de comidas não saudáveis, dentre outros obstáculos. Muitas vezes, comer o lanche, a bolacha recheada, é sinônimo de valor e status em detrimento do colega que leva frutas para o lanche escolar.
Por esta grande quantidade de informações e crenças de valores é necessário que a criança conte com o apoio da família. A família é a base para a criança buscar informação do que é bom ou ruim, saudável ou não. É desde os primeiros dias de vida, desde a amamentação que a criança vai estabelecendo sua relação com o alimento e a relação com o meio em que vive, a partir de como é criada.
Importante é dar voz a criança, ela deve ser acolhida, ouvida e respeitada. Muitas vezes o sobrepeso não é só advindo uma alimentação errônea, ele aparece como um sintoma de algo que a criança não está conseguindo lidar emocionalmente no momento.
Vanessa Guarino Tavares da Cruz
Psicóloga Clinica
As crianças precisam driblar a cantina da escola, cheia de produtos industrializados e calóricos; precisam lidar com os comentários dos amigos, com a televisão que mostra a avalanche de comidas não saudáveis, dentre outros obstáculos. Muitas vezes, comer o lanche, a bolacha recheada, é sinônimo de valor e status em detrimento do colega que leva frutas para o lanche escolar.
Por esta grande quantidade de informações e crenças de valores é necessário que a criança conte com o apoio da família. A família é a base para a criança buscar informação do que é bom ou ruim, saudável ou não. É desde os primeiros dias de vida, desde a amamentação que a criança vai estabelecendo sua relação com o alimento e a relação com o meio em que vive, a partir de como é criada.
Importante é dar voz a criança, ela deve ser acolhida, ouvida e respeitada. Muitas vezes o sobrepeso não é só advindo uma alimentação errônea, ele aparece como um sintoma de algo que a criança não está conseguindo lidar emocionalmente no momento.
Vanessa Guarino Tavares da Cruz
Psicóloga Clinica
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